Ex-tucano jantou com integrantes do PCdoB e teve encontro com líder do MST em SP.
Em paralelo, PT busca uma costura local para Márcio França não concorrer ao estado com Fernando Haddad.
O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, em imagem de agosto de 2018, durante a campanha eleitoral Andre Penner/AP Tucano histórico, Geraldo Alckmin se movimentou nos bastidores para tirar a pecha de rival e ganhar prestígio junto a setores da esquerda.
Sua intenção é diminuir a resistência ao seu nome para ocupar o posto de vice-presidente na chapa de Lula.
O giro de Alckmin passou por um jantar com dirigentes do PCdoB na última segunda-feira (21) e contou com um encontro junto a Gilmar Mauro, líder do MST em São Paulo, em dezembro passado.
Há costuras de petistas para possibilitar a candidatura Lula/Alckmin casada com uma união do PSB com o PT no maior estado - e também maior colégio eleitoral - do país.
Uma das consequências da entrada de Alckmin no PSB agora é resolver justamente a questão de São Paulo.
Setores do PT querem tirar Márcio França da disputa pelo governo.
Hoje, existe a possibilidade de França concorrer com Fernando Haddad, líder das pesquisas.
Assim, o PT indica seu apoio para uma eventual presidência da Câmara dos deputados - caso ele tope disputar a eleição à deputado federal - e Haddad saia para o governo.
Uma outra alternativa era França fazer dupla com Haddad e sair como senador, mas não é uma disputa que o atrai por receio da candidatura do apresentador José Luiz Datena (União Brasil).
Tanto Senado quando Câmara são soluções dadas pelos petistas para evitar um palanque duplo.
Por fim, existe ainda a possibilidade de sinalizar a França um ministério em eventual governo Lula/Alckmin.
Publicada por: RBSYS
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