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Campinas estuda parceria entre secretarias para ampliar vacinação contra Covid-19 em crianças

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Campinas estuda parceria entre secretarias para ampliar vacinação contra Covid-19 em crianças

Busca por imunização segue aquém do esperado mesmo após prefeitura deixar de exigir agendamento.

Cobertura vacinal de segunda dose é de 80,8%, segundo boletim.

Criança recebendo dose de vacina contra Covid-19 ASCOM/ FMS Iniciada há 10 dias em Campinas (SP), a vacinação contra Covid-19 sem necessidade de agendamento em todos os Centros de Saúde (CSs) ainda não surtiu efeito esperado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Para responder à procura aquém do esperado, principalmente para crianças, o Programa Municipal de Imunização estuda uma nova estratégia de aplicação.

Veja onde se vacinar em Campinas Articuladora do programa, a enfermeira Chaúla Vizelli informou nesta quarta-feira (23) que, na primeira semana de vacinação sem agendamento, a procura foi menor do que em semanas comuns de fevereiro, quando ainda havia a necessidade de reservar vaga.

No entanto, ela espera que os números melhorem por conta do início da aplicação da quarta dose em idosos.

Segundo o boletim de vacinação atualizado até segunda-feira (21), Campinas tem 80,8% da população com duas doses da vacina, taxa que cai para 44,2% entre moradores com as três doses.

Até semana passada, os mesmos percentuais eram de 80,0% e 43,2%, respectivamente.

Já a vacinação infantil, de crianças de 5 a 11 anos, chegou a 25,6% do público-alvo com duas doses e 49,3% com a primeira dose.

Na semana anterior, a cidade somava 18,4% e 46,4%, números considerados baixos e que levaram a prefeitura a manter as máscaras em escolas.

Segundo a articuladora, as secretarias de Saúde e de Assistência Social realizaram, nesta semana, a primeira reunião para concretizar uma parceria para aplicação de doses nas crianças atendidas pela segunda pasta.

Se o projeto ganhar corpo, a vacinação ocorrerá em abrigos e em associações não governamentais vinculadas à Secretaria de Assistência Social.

Segundo a articuladora, cerca de 9,5 mil crianças são atendidas nestes espaços.

"A gente fez uma primeira conversa esta semana e está aguardando o levantamento deles em relação à quantidade de serviços, de quantas crianças tem exatamente, porque a gente quer fazer uma análise para ir de maneira bem assertiva", explicou a enfermeira.

O levantamento também vai incluir o número de crianças que frequentam esses espaços e já foram vacinadas para que as equipes sejam direcionadas.

Segundo ela, a procura por vacina está pequena em todas as faixas etárias.

"A gente entende que a procura, de maneira geral, está aquém do que era o esperado.

Tanto para terceira dose, crianças, adolescentes, a gente tem aumentado degrau a degrau.

Muito pequeno ainda, a gente não está alcançando a nossa meta que é de ficar perto de 90% de cobertura".

Aplicação nas escolas também abaixo Outra estratégia que não surtiu o efeito esperado foi a vacinação em escolas, afirmou a articuladora do programa.

A avaliação da Secretaria de Saúde é que, tanto no caso das escolas quanto na vacinação sem agendamento, a responsabilidade pela baixa procura são as fake news sobre a vacina.

"A gente entende que não é uma falta de acesso.

(.

.

.

) Os pais não devolviam os termos assinados.

Então em uma escola grande que a gente tinha uma demanda, um trabalho exaustivo, a gente não conseguia vacinar, na maioria delas, nem 10% do público-alvo".

Na vacinação infantil, os pais devem assinar um termo de assentimento e enviar para escola do filho no dia da vacinação.

"Muitos nem sem manifestavam dizendo sim ou não em relação a vacinação das crianças", lamentou a enfermeira.

Apesar do resultado, a estratégia continua pelo menos até o fim de março, mas de forma pontual.

"Nas escolas com mais vínculo ou que sabe que as crianças ficam em tempo integral.

Ao invés de irmos para todas as escolas, estamos priorizando".

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Publicada por: RBSYS

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