Estratégia de interromper abastecimento hídrico foi usada na Síria, Líbia, Iêmen e na disputa entre Egito e Etiópia.
Na última quinta (24), a guerra na Ucrânia completou um mês.
No sul do país, em Mairupol, mais de 100 mil pessoas estão sem acesso a água.
A tática, segundo Guga Chacra, "faz parte da ofensiva russa para estrangular os ucranianos.
"Há áreas da Ucrânia que sofrem muito mais com o conflito do que outras", avalia o comentarista.
"Mariupol está sendo transformada em um cemitério pela Rússia com os bombardeios.
E daí a gente tem acusações feitas pela União Europeia de que as forças russas estão cortando deliberadamente o acesso à água.
" A tática é tão antiga quanto a história das práticas militares: desde a Guerra do Peloponeso (430 a.
C.
) há registros de interrupção de abastecimento hídrico do inimigo.
Na Ucrânia, a estratégia se repete – assim como na Síria, Líbia, Iêmen e na disputa entre Egito e Etiópia, lista Guga Chacra.
1 mês da Guerra na Ucrânia: imagens de satélite mostram Mariupol e Volnovakha antes e depois de ataques Em Kiev, o documentarista e fotógrafo Gabriel Chaim descreve, em entrevista à Renata Lo Prete, a sensação de "aparente normalidade" na capital da Ucrânia.
Ele diz que "agora as pessoas estão começando a sentir a guerra", mas ressalta a situação dramática que outras regiões do país têm enfrentado.
"Se você for para outro lugar em conflito, jamais você vai ter energia 24 horas ou mesmo um telefone.
As primeiras coisas que são cortadas são os recursos básicos da população para poder fazer com que elas fiquem amedrontadas e escapem desesperadamente, deixando aquele local para trás onde o inimigo pode atacar mais contundentemente.
" Ouça o episódio #672 de O Assunto
Publicada por: RBSYS
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