Projeto foi aprovado em segunda discussão, nesta quinta-feira (24), com 15 votos favoráveis e quatro contrários.
Assessoria Jurídica da Câmara diz que proposta é inconstitucional.
Moradores de Londrina participaram da sessão pela proibição do 'passaporte vacinal' Devanir Parra/Divulgação CML Os vereadores de Londrina, no norte do Paraná, aprovaram em segunda discussão um projeto que proíbe a exigência de comprovante de vacinação contra a Covid-19 na cidade.
A proposta aceita nesta quinta-feira (24) é considerada inconstitucional pela Assessoria Jurídica da Câmara.
Na votação, foram 15 votos favoráveis.
Lenir de Assis (PT), Matheus Thum (PP), Profª Flávia Cabral (PTB) e Profª Sônia Gimenez (PSB) foram contrários à proposta.
Com pedido de vista, análise do passaporte vacinal para mais uma vez na Assembleia Legislativa do Paraná Dos 19 vereadores, 10 rejeitaram uma emenda que previa que a proibição não seria aplicável às relações de trabalho na iniciava privada.
Com apenas nove votos favoráveis, a alteração foi reprovada.
O projeto segue agora para sanção ou veto do prefeito Marcelo Belinati (PP), que tem 15 dias úteis para se manifestar.
Caso o Poder Executivo vete a proposta, o projeto volta para a promulgação da Câmara.
A Câmara de Londrina, no norte do Paraná Câmara Municipal de Londrina/Divulgação Conforme a câmara, o Projeto de Lei (PL) foi assinado pelos vereadores Giovani Mattos (PSC), Santão (PSC), Emanoel Gomes (Republicanos), Jairo Tamura (PL), Nantes (PP), Chavão (Patriotas), Mara Boca Aberta (Prós), Roberto Fú (PDT) e Jessicão (PP).
Entenda Com o avanço da vacinação, vários setores passaram a exigir o comprovante de que a pessoa está imunizada contra a Covid-19.
Entre os órgãos que adotaram a medida está a Prefeitura de Londrina, que exigiu o chamado "passaporte da vacina" para servidores ativos e novos funcionários.
Para um grupo de vereadores, a necessidade de comprovar a vacinação em dia seria um exagero e comprometeria as liberdades individuais.
Por outro lado, a Assessoria Jurídica da Câmara apontou que a prefeitura tem autonomia para adotar o chamado passaporte sanitário e, por este motivo, é o projeto de lei é inconstitucional.
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Publicada por: RBSYS
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