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Gilmar Mendes leva para sessão presencial decisão sobre quebra de sigilo que beneficiou ‘Lulinha’

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Gilmar Mendes leva para sessão presencial decisão sobre quebra de sigilo que beneficiou ‘Lulinha’
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (13) para manter a decisão que anulou quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS e que depois acabou beneficiando Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. ????No entanto, o ministro Gilmar Mendes pediu destaque, um recurso que interrompe o julgamento virtual e leva o caso para julgamento presencial. O caso estava em análise por 10 ministros do Supremo no plenário virtual — já ainda há uma cadeira vaga na Corte deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou. Os votos poderiam ser inseridos no sistema eletrônico até a próxima sexta-feira (20) — mas com o destaque essa análise foi interrompida (leia mais abaixo). Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS Agora, os ministro vão debater o caso oralmente na Corte, com troca de argumentos entre os colegas. No STF qualquer ministro pode pedir destaque o placar colocado no plenário virtual zera. O Supremo foi acionado pela defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Inicialmente, Dino suspendeu as quebras de sigilo referentes à empresária. Depois, o ministro invalidou a votação dos 87 requerimentos de forma conjunta e sem a devida individualização, o que beneficiou o filho do ex-presidente. Os dados de Fábio Luís, no entanto, já tinham sido entregues à CPMI que investiga fraudes nos descontos de aposentados e pensionistas. Com a decisão do ministro, porém, não podem ser utilizados no relatório da conclusão, por exemplo. Suspeitas envolvendo 'Careca do INSS' Lulinha entrou na mira da oposição depois que a Polícia Federal encontrou mensagens entre o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e a empresária Roberta Luchsinger com supostas menções ao filho do presidente. No fim de 2025, Roberta foi alvo de operação da PF por suspeitas de ter recebido R$ 1,5 milhão do Careca do INSS. As mensagens dizem que a quantia seria destinada ao “filho do rapaz”. Para investigadores, essa seria a referência ao filho do presidente. Naquele momento, a PF afirmou em um relatório que não havia indícios de que Lulinha estivesse diretamente envolvido nas fraudes do INSS. A decisão de Dino não invalidou as quebras de sigilo de Lulinha e da empresaria que foram pedidas ao Supremo pela Polícia Federal e autorizadas pelo ministro André Mendonça. - Esta matéria está em atualização

Publicada por: RBSYS

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