Mas o cenário atual está longe do ideal, segundo levantamento realizado pela FGV.
Apesar disso, investimento em TI na área teve crescimento histórico.
Com um grande volume de dados sendo processados diariamente e tarefas simultâneas para serem realizadas, a tecnologia tem sido a saída das instituições de saúde para evitar problemas.
Os softwares têm contribuído para gerar eficiência, evitar retrabalhos e glosas.
No entanto, não basta apenas adquirir um produto: é necessária uma mudança cultural dentro da organização.
A aposta em avanços impacta positivamente a transformação digital da saúde no Brasil, mas o cenário ainda está longe do ideal.
Com uma amostra de 2.
636 médias e grandes empresas, dentre elas as do setor de saúde, pesquisa realizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) aponta que gastos e investimentos em tecnologia na saúde somam apenas 4,5% do mercado.
O levantamento foi realizado em parceria com a Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), que representa 56% dos leitos dos hospitais privados.
Jeferson Sadocci, diretor corporativo comercial da MV, defende uma mudança cultural dentro da organização Divulgação "Muitos gestores da saúde pensam que ser digital é apenas tirar o papel da instituição, mas não é somente isso.
Ser digital é implementar uma cultura de utilização dos softwares em todas as etapas do processo, desde a chegada do paciente, passando por todo ciclo assistencial, até chegar ao desfecho de faturamento e financeiro da instituição”, explica Jeferson Sadocci, diretor corporativo comercial da MV.
Para ser um hospital digital, a instituição precisa contar com sistemas externos e internos atuando de forma integrada para trocar informações digitalmente.
E para manter a segurança adequada dos dados, as soluções devem estar adequadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Apenas por meio dela os profissionais de saúde e diretores das instituições asseguram as informações do hospital e dos pacientes.
A pandemia acelerou diversos processos na saúde, e as plataformas de gestão e monitoramento, programas de pós-atendimento e de coletas de dados ganharam maior aceitação do setor.
Tendência na área, a adoção de novas tecnologias e processos de gestão têm se tornado um dos principais fatores de diferenciação para os hospitais.
Um exemplo disso está no campo da teleconsulta e a interoperabilidade entre aplicações, que permitem a análise do médico e a disponibilização de laudos e exames através de um software ou aplicativo.
Antes eram necessários vários preenchimentos de formulários e assinaturas, agora tudo está disponível na palma da mão.
"Empresas como a MV têm contribuído para esse processo de transformação digital, não só oferecendo o software para o profissional de saúde, mas incentivando com diversas soluções o ambiente digital como um todo", destaca Sadocci.
Atuação na transformação digital da saúde Pioneira no desenvolvimento de softwares para saúde, a empresa brasileira MV tem mais de 34 anos de experiência na criação de tecnologias que facilitam a rotina de todo o ecossistema do setor.
A empresa oferece soluções de gestão integradas para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde, centro de medicina diagnóstica e rede pública que contribuem para o cuidado com a saúde e ajudam a salvar vidas.
No Brasil, são mais de 2,6 mil instituições que utilizam a tecnologia da MV.
Diante da missão de transformar a saúde brasileira em digital por meio de soluções inovadoras, a healthtech investe anualmente mais de R$ 50 milhões em pesquisa e desenvolvimento, para oferecer softwares que lideram o mercado.
O SOUL, por exemplo, é o sistema de gestão para saúde mais utilizado do Brasil e contempla o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), eleito seis vezes o melhor da América Latina pelo instituto norte-americano de pesquisa KLAS.
Outro exemplo de software inovador criado pela healthtech MV é o Global Health, uma plataforma que integra o autocuidado, saúde preventiva e já ultrapassa 1,5 milhões de usuários.
O Clinic também é uma solução da empresa, só que voltada para consultórios e telemedicina que, no ano passado, foi responsável por mais de 30 mil teleatendimentos, somente na rede pública de Pernambuco, onde fica localizada a fábrica de software da organização.
O estado também sedia o Command Center, serviço inovador capaz de monitorar em tempo real todas as rotinas operacionais e assistenciais de uma instituição de saúde, tornando o atendimento mais rápido, assertivo e especializado.
De cara nova Equipe da MV trabalha para essa evolução digital Divulgação De olho na expansão e novo momento de transformação da saúde digital, a MV começou 2022 com uma nova identidade visual e novo posicionamento.
Criada pela Casa Comunicação em parceria com a equipe de Marketing e Comunicação da healthtech a renovação do logo acompanha a evolução da empresa e foi embasada por pesquisa que culminou no posicionamento MV - Mais Valor para a Saúde.
O novo posicionamento dá ênfase ao serviço, que transparecia no anterior, para os atributos racionais da empresa.
Para a criação da nova marca, foram considerados aspectos como pioneirismo, empreendedorismo, inovação e reconhecimento da empresa no segmento, além do amplo portfólio de produtos que agregam valor a toda cadeia que compõe o sistema de saúde.
Publicada por: RBSYS
Copyright © 2026 Rádio Web Assembleia Pentecostal. Todos os direitos Reservados.