O estado possui cerca de 30% de água potável em suas bacias hidrográficas.
Maranhão concentra 3 regiões hidrográficas do país O Dia Mundial da Água, comemorado nesta terça-feira (22), acende o alerta para ações de educação e preservação dos recursos hídricos no Maranhão.
O estado apresenta três regiões hidrográficas, dentre as doze identificadas em todo o país.
De acordo com o professor e engenheiro sanitário e ambiental, Lúcio Macedo, responsável pelo trabalho 'Gestão das águas no Maranhão', o estado possui cerca de 30% de água potável em suas bacias hidrográficas.
Dados anunciados no relatório do Instituto Trata Brasil, coletados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados pelo Ministério das Cidades, em 2019, também refletem as más condições da água em São Luís, que desponta entre as vinte piores cidades do Brasil em serviços de saneamento básico.
O pesquisador do Laboratório de Recursos Hídricos (Labohidro), vinculado à Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Rony Lunguinho, informou que a preservação da biodiversidade é parte fundamental na manutenção da qualidade hídrica em todo o estado.
“Se a gente preservar esses nossos mananciais e esses recursos hídricos, fomentando a presença da vegetação […] conseguimos ter um melhoramento da não poluição dessas áreas e um aumento da biodiversidade.
Dentro do escopo da parte de gestão, a parte de meio ambiente e a parte de recursos naturais têm que ser sempre entradas, juntas, nesse contexto”, disse o pesquisador.
Maranhão apresenta três bacias hidrográficas em sua extensão Reprodução/TV Mirante O Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (FONASC-CBH) realiza um trabalho de conscientização em nove escolas comunitárias da Grande São Luís, informando sobre a importância da manutenção da água.
O presidente de honra do Comitê Infantojuvenil da Bacia do Rio Jeniparana, João Lucas Araújo, destaca a necessidade da população estar atenta à limpeza de áreas à marge dos rios.
“[…] a gente faz mutirões de limpeza e, também, de conscientização nas margens do rio.
Às vezes, os próprios moradores das margens não sabem que ali é um rio; acham que é uma vala aberta pela ação humana […]”, finalizou.
Dados anunciados no relatório do Instituto Trata Brasil, coletados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados pelo Ministério das Cidades, em 2019, também refletem as más condições da água em São Luís, que desponta entre as vinte piores cidades do Brasil em serviços de saneamento básico.
O pesquisador do Laboratório de Recursos Hídricos (Labohidro), vinculado à Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Rony Lunguinho, informou que a preservação da biodiversidade é parte fundamental na manutenção da qualidade hídrica em todo o estado.
“Se a gente preservar esses nossos mananciais e esses recursos hídricos, fomentando a presença da vegetação […] conseguimos ter um melhoramento da não poluição dessas áreas e um aumento da biodiversidade.
Dentro do escopo da parte de gestão, a parte de meio ambiente e a parte de recursos naturais têm que ser sempre entradas, juntas, nesse contexto”, disse o pesquisador.
Publicada por: RBSYS
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