Ordem foi dada pela Justiça após pedido do Ministério Público.
Segundo investigações, ela combinou de ser baleada por servidor da prefeitura da cidade, que também teve afastamento decretado.
Perita criminal Káthia Magalhães Reprodução/TV Anhanguera A perita criminal Kathia Mendes Magalhães, que atuava como Coordenadora da unidade de Polícia Científica de Caldas Novas, foi afastada das funções.
Ela é investigada por forjar um atentado contra si própria com a ajuda de um servidor da prefeitura da cidade, que também teve o afastamento determinado pela Justiça, segundo o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO).
Segundo a Polítia Técnico-Científica, a determinação para que a perita deixasse as atividades foi recebida e cumprida na sexta-feira (18).
O g1 entrou em contato com a prefeitura de Caldas Novas, por mensagem, às 16h37 desta terça-feira (22), e aguarda retorno para saber se o servidor investigado também já foi afastado.
A reportagem pediu uma posição à defesa da perita, por mensagem, às 17h desta terça-feira, e aguarda retorno.
Já no caso do servidor municipal, o g1 não conseguiu descobrir quem é responsável pela defesa dele para pedir um parecer sobre o caso.
LEIA TAMBÉM Perita que armou o próprio atentado escolheu local com pouca iluminação e teria forjado munição com menos pólvora, diz secretário Perita criminal que foi baleada enquanto dirigia planejou o próprio atentado, diz polícia Diretora da unidade da Polícia Científica de Caldas Novas é baleada durante atentado, diz SPTC Polícia Militar e bombeiros prestam socorro à perita Káthia Magalhães Reprodução/TV Anhanguera Segundo o MP-GO, a previsão é que estas medidas durem 180 dias.
O órgão afirma que também conseguiu decisão favorável da Justiça para: quebra de sigilos telefônicos dos dois investigados; suspensão do porte de armas e recolhimento das armas de fogo a perita e do servidor; a proibição de os investigados manterem contato entre si, com as testemunhas e demais peritos e servidores além de membros da Corregedoria da Polícia Técnico-Científica e Corregedoria do Município de Caldas Novas.
Atentado No último dia 10 de março, a perita foi atingida com um tiro no peito enquanto dirigia pela GO-213, a caminho de casa.
Para a Polícia Civil, que investiga o caso, Káthia Magalhães contou que foi vítima de um atentado.
Mais tarde, ela confessou aos investigadores que armou o ataque porque queria ser transferida de cidade.
As investigações apontaram que ela armou a situação com um servidor da prefeitura de Caldas Novas.
O homem teria sido o responsável por atirar contra ela.
Káthia Magalhaes pode responder na Justiça, ao final da investigação, por fraude processual, peculato e posse ilegal de arma de fogo.
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Publicada por: RBSYS
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