Agressão ocorreu na manhã desta sexta-feira (18), no Centro de Ensino Médio 3, em Ceilândia; aluno ferido está na UTI.
Outro estudante, que participou da confusão, também foi apreendido.
Câmera de segurança gravou briga entre estudantes do CEM 3 de Ceilândia, no DF Câmera de segurança gravou briga entre estudantes do CEM 3 de Ceilândia, no DF A Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu, na sexta-feira (18), o adolescente suspeito de dar uma facada na barriga de um colega de escola, dentro do Centro de Ensino Médio 3 (CEM 3), em Ceilândia.
Ele foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA II), de Taguatinga.
LEIA TAMBÉM VÍDEO: estudante morre a caminho da escola após ser esfaqueado por assaltante, no DF PLANALTINA: vídeo mostra novo ângulo de agressão a sem-teto que fez sexo com esposa de personal trainer no DF Um outro estudante, que participou da confusão, também foi apreendido.
Segundo o delegado-chefe da DCA II, Juvenal Campos, os dois foram autuados e vão responder por ato infracional correspondente a tentativa de homicídio.
O estudante de 17 anos, que levou a facada, está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria.
A confusão, começou do lado de fora do colégio e, depois de ser esfaqueado, o aluno correu pra dentro do prédio, para pedir ajuda.
Câmeras de segurança e os colegas registraram a briga e aluno ferido, já caído no corredor (veja vídeo acima).
Estudante, de 17 anos, é esfaqueado no CEM 3 de Ceilândia, no DF TV Globo/Reprodução O motivo da briga Policiais militares disseram à TV Globo que a briga começou porque um dos estudantes "saiu em defesa de meninas que teriam sido tratadas com desrespeito pelo agressor".
O delegado Juvenal Campos informou que um dos alunos apreendidos teria acertado uma bolada em uma colega de turma, e o adolescente ferido, junto com um amigo, defendeu a adolescente, o que originou a confusão.
Em nota, na sexta-feira, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá disse que "agressão com faca dentro de uma escola pública é uma ocorrência que nos entristece a todos porque revela o exato oposto do que queremos para nossos jovens e crianças".
Segundo ela, a pasta vai acompanhar o caso e os pais serão chamados.
"Toda a comunidade escolar deve ser envolvida para que algo sequer parecido jamais volte a ocorrer", diz a secretária.
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Publicada por: RBSYS
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