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Professores eventuais fazem paralisação em Taubaté, SP

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Professores eventuais fazem paralisação em Taubaté, SP

Protesto é para pressionar a prefeitura a admitir os professores aprovados em concurso para as vagas de efetivos, que hoje ocupam como eventuais.

Professores eventuais fizeram paralisação em Taubaté Daniel Willian/Vanguarda Repórter Os professores eventuais de Taubaté fazem uma paralisação nesta quarta-feira (23).

Em algumas unidades, as aulas foram afetadas pelo protesto.

De acordo com a categoria, a paralisação é para pressionar a prefeitura a admitir os professores aprovados em concurso para as vagas de efetivos, que hoje ocupam como eventuais.

Segundo a prefeitura, há 759 vagas a serem preenchidas e 3,2 mil candidatos aprovados.

Os professores eventuais estão substituindo as salas vagas pelos professores temporários demitidos depois da determinação da Justiça.

Desde 2020, ao menos 1,4 mil professores em contrato por tempo determinado foram demitidos e as salas ficaram vagas.

A reivindicação da categoria é que, pela regra, deveriam ocupar o cargo de um professor concursado no caso de licença ou ausência, mas vem suprindo a demanda da gestão na posição efetiva, porém sem a remuneração, diretos e estabilidade correspondente.

A promessa da gestão era de que até o fim de maio a situação estaria resolvida, com a nomeação dos aprovados.

De acordo com o grupo, são cerca de 800 profissionais que não foram ao trabalho nesta quarta-feira.

Pelo Vanguarda Repórter, pais enviaram imagens de escolas sem aulas nos bairros Estiva, Jardim Continental e Baronesa.

“Os alunos vêm de defasagens desde a pandemia e precisam de professores com vínculo, que vão os acompanhar até o fim do ano letivo e no processo de aprendizagem por completo”, afirma a professora Sandra Noveli.

Segundo os profissionais, eles devem seguir paralisados até a sexta-feira.

A reportagem acionou a prefeitura, mas aguardava o retorno até a publicação.

Reivindicação Desde 2020, a pedido da Justiça e por reivindicação do Ministério Público, a prefeitura demitiu cerca de 1,4 mil professores que tinham contrato temporário, mas que ocupavam vagas como funcionários efetivos.

Depois da demissão, a prefeitura anunciou em setembro de 2021 o concurso para contratação e pouco mais de 70 vagas, número menor que a demanda.

Em um requerimento à Câmara, a Prefeitura informou que há 759 vagas em aberto para professor na rede municipal, sendo 314 para o ensino fundamental I e 266 para o ensino fundamental III.

A categoria esperava que, com os desligamentos, a prefeitura fosse usar o concurso para preencher as vagas, mas até agora não houve nomeação ou a divulgação de um prazo.

Para essas posições, foram considerados aprovados mil professores para ensino fundamental I e mais de dois mil para o ensino fundamental III.

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Publicada por: RBSYS

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