Cidade portuária está cercada há três semanas.
Em Kherson, pelo segundo dia seguido, moradores entraram em confronto com soldados que ocupam a cidade.
Rússia intensifica ataques a Mariupol após Ucrânia recusar rendição da cidade A Rússia intensificou os ataques à cidade portuária de Mariupol depois de a Ucrânia ter declarado que não iria se render.
É o que informam, da Polônia, os enviados especiais Rodrigo Carvalho, Ross Salinas e Ernani Lemos.
Imagens mostram o aeroporto de Mariupol destruído.
A TV estatal da Rússia divulgou vídeos do lugar que estaria servindo de base para os russos.
Drones e satélites capturaram outras áreas destruídas na cidade, que está cercada há três semanas.
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Ataque a Mariupol torna acordo com Rússia cada vez mais difícil Em Kherson, pelo segundo dia seguido, os moradores entraram em confronto com soldados que ocupam a cidade.
Segundo o Ministério do Exterior da Ucrânia, 300 mil pessoas correm o risco de ficar sem comida e sem remédios, porque a Rússia não permite a entrada de ajuda humanitária nem a retirada de civis.
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Guerra na Ucrânia: mais de 100 mil pessoas estão presas em Mariupol Nesta terça-feira (22), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, lamentou a morte de Boris Romantschenko, de 96 anos, num bombardeiro em Kharkiv.
Ele era um sobrevivente do Holocausto.
Durante a Segunda Guerra, passou por quatro campos de concentração nazistas.
Romantschenko morreu quando o prédio em que vivia foi atacado na sexta-feira (18).
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Tropas russas abrem fogo contra manifestantes em Kherson O Parlamento alemão também fez uma homenagem a ele.
A vice-presidente da Câmara disse que a morte de Romantschenko lembra que a Alemanha tem uma responsabilidade especial com a Ucrânia.
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Mariupol: 4 motivos que explicam importância da cidade ucraniana para Putin O rabino chefe de Kiev rebateu com veemência o argumento russo de que a guerra é para acabar com neonazistas na Ucrânia.
“A gente não precisa de ‘desnazificação’, mas eles sim.
Estão bombardeando civis, matando gente na fila do pão.
O que é isso? Não é fascismo? Os russos dizem que vieram nos salvar, mas estão matando gente”, afirmou.
Nesta terça-feira (22), o número de pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia desde o início da guerra passou de 3,5 milhões.
Isso tem colocado uma pressão imensa em várias cidades da Polônia.
Imagina ser prefeito de uma cidadezinha de 60 mil habitantes e, de um dia para o outro, esse lugar virar um centro da crise de refugiados mais rápida desde a Segunda Guerra Mundial.
Foi o que aconteceu com o prefeito da cidade polonesa de Przemy?l, Wojciech Bakun.
“É uma situação difícil demais para a nossa cidade.
A gente tem 60 mil habitantes e já chegou a receber, num único dia, 50 mil refugiados.
Nossa população dobrava de tamanho todo dia”, conta.
Dia desses, o prefeito recebeu na cidade o ex-vice-primeiro-ministro da Itália Matteo Salvini, um dos líderes da extrema-direita italiana.
Em 2019, Salvini impediu a entrada na Itália de imigrantes resgatados no Mar Mediterrâneo, e responde na Justiça por isso.
Ao visitar a pequena cidade polonesa para demonstrar apoio aos refugiados da guerra na Ucrânia, Salvini precisou escutar.
O prefeito disse: “Gostaria que fôssemos juntos para fronteira e para o campo de refugiados para ver o que seu amigo Putin fez.
” Enquanto falava, sacou da jaqueta uma camisa igual à que Matteo Salvini vestiu em 2014, isso depois que a Rússia anexou o território ucraniano da Crimeia.
“Quero ver você usar essa camisa lá na fronteira”, disse o prefeito.
Naturalmente, houve constrangimento.
Salvini falou: “Desculpe.
Olha, estamos ajudando refugiados, crianças, mães, pais da Ucrânia”.
E precisou ir embora.
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Europa busca formas de atender às necessidades de milhões de refugiados Ucrânia “Foi uma forma de falar para o mundo que essa guerra não começou mês passado, mas em 2014.
Como é que alguém que apoiou Putin vem aqui para a cidade falar que quer ajudar os refugiados?”, questionou.
O prefeito disse que, apesar de o número de pessoas que chegam diariamente ter diminuído, ainda tem muito trabalho pela frente.
Ele explicou que, neste momento – ao contrário dos primeiros dias da Guerra –, a maioria dos refugiados chega sem qualquer ideia de para onde ir.
Publicada por: RBSYS
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